O Filho | Manhã de Domingo

O acontecimento deixou rapaz muito emocionado, o mesmo não continha-se de felicidade mesmo amando os pais adotivos. A esperança de encontrar os pais biológicos, batia a cada amanhecer em seu coração. Chorando, começou a falar da sua infância repleta de felicidade, mas e ao mesmo tempo de um vazio que castigava a alma. Mesmo diante de tal realidade nunca deixou de sonhar, de lutar e de procurar os pais.

Aos 15 anos de idade, estava sentado em um banco de praça e falando silenciosamente em oração fervorosa; em determinado momento, aparece uma bela jovem, cujo encanto se compara a beleza do amor. Ele, encantado com tanta beleza, começa observar a formosura da moça que não percebe o admirador.

Manhã de Domingo

Aquela era uma bela manhã de domingo em que ambos acordaram com um belo sorriso no rosto e declamando o amor um ao outro, a beleza do dia iluminado, ao café levado na cama e a vida. Era como faziam aos domingos: ele ia rezar na capela construída em frente de sua casa; ela ia pro banho e consequentemente retocar a beleza com aqueles trajes que deixava seu amado radiante perante tanta formosura. O casal cumpria à risca o que era planejado, ao celebrar a riqueza da união e da beleza harmônica da existência.

O Jovem e o Presente

Em um determinado reino vivia um Rei muito triste, que não comentava de sua melancolia com ninguém. Após alguns anos de sofrimento, a família decidiu acabar com toda aquela tristeza, e resolveu convocar os reis da região para tentar o alegrar. Então foi planejada e realizada uma festa, que tinha como objetivo curá-lo daquela tortura..

Todos os convidados trouxeram coroas de ouro, espadas, moedas entre outras coisas de muito valor; mesmo com tudo isso, continuou naquela melancolia. A família sentiu um profundo desânimo, e quando não tinha mais o que fazer; um jovem muito humilde pede para falar com o Rei. Disse ele: - Trago um presente para a Vossa Majestade e peço-lhe permissão para entregar. O REI ouviu o pedido e autorizou o jovem, que deu-lhe um grande e longo abraço.

Atitudes


Próximo de um belo jardim, existia uma grande árvore, na qual viviam dos esquilos felizes e saudáveis. Todos os dias, um deles costumava subir na árvore para visualizar a vizinhança, pois era uma forma de ver se estavam em perigo, além de usufruir dos frutos e de uma agradável sombra.

Um certo dia, o que subia todos os dias na árvore, adoeceu e não pode cumprir sua tarefa de vigilância. O mesmo pediu para que seu colega fosse desempenhar tal tarefa, porém não foi atendido e o amigo ainda desdenhou do pedido dizendo: - Por causa de apenas um dia? Não se preocupe! Nada acontecerá.

O Jovem e à atribuição

Em uma noite de luar, um jovem viu uma estrela muito brilhante no céu, que admirado perante tanta beleza, resolveu a chamar de felicidade. Dias depois, repleto de esperança e ansiedade para olhar para a felicidade, percebeu que a mesma tinha sumido. Insistiu e passou a noite toda esperando por ela, mas nada da sua estrela aparecer.

No outro dia, todo esperançoso, voltou a olhar para o céu, mas a felicidade tinha desaparecido. Sentindo-se frustrado, ficou a pensar que muitas vezes atribui-se felicidade a algo incerto, intocável, indominável e com vontades próprias.