O sol nasce pra todos

As pessoas de uma determinada comunidade tinham o costume de preparar uma área de terra correspondente a meio hectare para o cultivo de lavoura, mandioca, macaxeira, milho, feijão entre outras coisas. Já era uma tradição local, pois assim que começavam as chuvas que ocorrem no período de março a agosto, os moradores daquela comunidade cuidavam dos seus roçados, (local de se plantar), enchendo-os com uma enorme variedade de plantas, mas havia no lugar um homem que nunca se atrevia a fazer um roçado e somente, de longe, via as plantações dos seus vizinhos

Júlio, o rapaz desconfiado

O Júlio era muito calmo e calado, e que desconfiava de tudo e de todos. Ele trabalhava em um jornal, do qual recebia o suficiente para se manter. As pessoas que conviviam com ele nada sabiam sobre sua vida e que mesmo assim acostumaram-se com aquele vizinho tão solitário.

Todos comentavam que ele era do interior, o décimo filho de uma família pobre, que ao ser perseguido, foge de sua cidade. O motivo seria pelo fato de o rapaz ter iniciado um namoro com a filha de um coronel, que não aceitava o relacionamento. Um outro comentário seria pelo fato de que ele teria praticado algo de errado e que por isso estava fugindo; explicaria o seu comportamento de desconfiança.

Meu mundo

Idealizo um mundo de felicidade
Onde a dor do desamar passa por longe
Viajo em um barco de vitalidade
Vejo o amor em meu horizonte.