O Filho | Manhã de Domingo

O acontecimento deixou rapaz muito emocionado, o mesmo não continha-se de felicidade mesmo amando os pais adotivos. A esperança de encontrar os pais biológicos, batia a cada amanhecer em seu coração. Chorando, começou a falar da sua infância repleta de felicidade, mas e ao mesmo tempo de um vazio que castigava a alma. Mesmo diante de tal realidade nunca deixou de sonhar, de lutar e de procurar os pais.



Aos 15 anos de idade, estava sentado em um banco de praça e falando silenciosamente em oração fervorosa; em determinado momento, aparece uma bela jovem, cujo encanto se compara a beleza do amor. Ele, encantado com tanta beleza, começa observar a formosura da moça que não percebe o admirador.


Muito tempo depois, estava o rapaz na fila de um banco quando a jovem se aproxima e pergunta-lhe as horas; já tinha se passado três anos desde da primeira vez que ele tinha a visto, o jovem com os olhos radiantes de alegria responde com emoção.


Ela olha nos olhos e percebe uma alegria que vibra no coração dele, mas, ao mesmo tempo, ver um vazio que nem toda a felicidade do momento possuía a capacidade de o preencher. A partir daquele momento, a jovem começa uma esplendorosa amizade que posteriormente se tornaria namoro.

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